Como aumentar produtividade e diminuir turnover com equipes multigeracionais

A tecnologia associada às mudanças sociais nas últimas duas décadas têm transformado profundamente a gestão de Recursos Humanos nas empresas. No atual RH 3.0, o líder de RH atua em parceria com outras áreas, utilizando de forma consistente as novas ferramentas de tecnologia, sejam nos sistemas de people analytics, seja na maneira de utilizar a comunicação interna.

Está cada vez mais difícil reter talentos e encontrar profissionais alinhados ao propósito da empresa. O grande desafio dos líderes é encontrar o “caminho do meio”. Ou seja, reunir pessoas de diferentes gerações, com suas qualidades únicas, em um mesmo ambiente de trabalho. Foi-se o tempo em que ter mais de 45 anos (a geração X) era um fator considerado para demissão. Assim como não é mais viável contratar somente recém-chegados ao mercado, com 25 anos (a geração millennials). Um líder antenado sabe reconhecer a aproveitar as diferenças de cada um – é o que propõe, por exemplo, a reportagem da Revista Você SA (https://exame.abril.com.br/carreira/4-geracoes-trabalhando-juntas-um-final-feliz-e-possivel/).

Entretanto, ambas as gerações têm um ponto de sinergia: o desenvolvimento profissional que buscam (que envolva treinamentos, cultura da empresa, liderança, comunicação interna e novas tecnologias).  É um dos fatores primordiais para o aumento do engajamento e da lealdade dos empregados.

Não basta contratar: é preciso saber comunicar com cada um!

Há um grande desafio para o RH, através da comunicação interna, saber comunicar para diferentes públicos internos e gerações. E dentro desse contexto, é possível utilizar as ferramentas digitais para engajar, motivar e reter colaboradores. Portanto, é crucial que o gestor de Recursos Humanos esteja alinhado ao planejamento estratégico de comunicação da empresa.

Segundo a Dra. Carolina Terra, doutora e mestre em Interfaces Sociais da Comunicação, especialista em Comunicação Organizacional pela Universidade de São Paulo (USP), está havendo uma reorganização da sociedade a partir da lógica das mídias sociais. “A comunicação implica em trocas, atos e ações compartilhadas, pressupõe interação, diálogo e respeito mútuos do falar e deixar falar, do ouvir e do escutar, do entender e fazer-se entender e principalmente do querer entender”, explica (http://rpalavreando.com.br).

De acordo com o Portal Comunique-se, o WhatsApp é usado como ferramenta corporativa por 95% dos brasileiros, seguido por de Skype (81%) e Facebook Messenger (68%). O Facebook é o mais utilizado no horário de trabalho (95,5%). No ambiente corporativo, o destaque vai para o correio eletrônico (88,6%), redes sociais online (44,3%), intranet (40,9%), murais (39,8%) e WhatsApp (30,7%). Das cinco mais recorrentes, quatro pertencem ao universo digital.

O filósofo Mário Sérgio Cortela fala sobre o novo gestor de pessoas.

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