Como a retomada da economia pode impactar nas vendas do Natal

Como a retomada da economia pode impactar nas vendas do Natal

Aos poucos, a economia brasileira está voltando ao normal, mas os impactos da pandemia do coronavírus vão trazer tendências negativas para as vendas de Natal.

Apesar da Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviço e Turismo estimar em um movimento de R$ 37,5 bilhões nas vendas, o número de temporário deve ser bem menor em comparação a 2019. 

No entanto, as vendas devem ter um avanço de 2,2%, índice positivo se levarmos em conta toda a problemática enfrentada em razão das medidas de combate ao coronavírus, como o isolamento social. Por outro lado, as contratações devem ser de 20% a menos.

De olho em uma análise sobre a retomada da economia na melhor data do ano, elaboramos este post com algumas tendências. Acompanhe!

Boom do e-commerce

Muita gente irá priorizar as compras pela internet seja em sites ou aplicativos. A estimativa é que haja um crescimento exponencial nas vendas online no Natal deste ano.

A expectativa é que as vendas superem a marca dos R$ 14 bilhões somente no e-commerce, ou seja, trata-se de um setor que vai ajudar imensamente na retomada da economia brasileira pós-crise do coronavírus.

Menos efetivações

Apesar do número de contratações temporárias serem menores em comparação a 2019, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviço e Turismo estima que sejam contratados 70,7 mil trabalhadores entre novembro e dezembro, todos voltados às vendas de Natal.

O líder é o setor de vestuário, com 30,7 mil vagas temporárias, seguido pelas lojas de artigos de uso pessoal e doméstico. Na sequência, vêm os supermercados, com cerca de 13,4 mil vagas.

O grande problema neste ano é que o número de efetivados após o período das festas deve ser bem menor. Assim, as vagas devem se concentrar principalmente em novembro e dezembro. Tudo em razão da crise financeira.

Viagens curtas

Outra tendência é que as famílias vão optar por viagens mais curtas, principalmente na virada do ano ou em janeiro. Por um lado, essa dinâmica será boa para o turismo brasileiro, tendo em vista que muitos roteiros contemplarão cidades nordestinas ou litorâneas de vários estados.

O estilo de vida imposto pelo coronavírus também abriu espaço para mais atividades dentro de casa, ou seja, produtos de jardinagem e da indústria de PET também devem ter uma boa saída nesse fim de ano. E, claro, os de gastronomia.

Portanto, apesar de todas as mudanças e reviravoltas no mercado, há uma luz no fim do túnel. Como os brasileiros são mestres na criatividade, há alguns motivos para comemorar.

A economia já começa a respirar e deve melhorar com o passar dos meses. Sendo assim, não deixe de manter os seus estudos em dia para aproveitar as oportunidades que surgem nas adversidades.

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