O contratante valoriza quem se formou à distância?

O contratante valoriza quem se formou à distância?

A resposta é SIM! O mercado de trabalho não só está preparado como há empresas preferindo alunos egressos do EaD (Ensino a Distância), por causa da disciplina e capacidade de gerenciar demandas pessoais em relação ao tempo.

 

Os diplomas são exatamente iguais. Não importa se o aluno passou anos se deslocando até a universidade ou se estudou pela internet, em  casa. Tanto é que o mercado já não faz distinção entre os dois sistemas de aprendizado. Para ganhar um emprego, o candidato tem que ser competente e formado por uma instituição de ensino de referência, mesmo que a distância.

Cenário que já é observado pelos estudantes. De 2009 a 2019, o número de novos alunos em cursos superiores à distância aumentou 4,7 vezes – saltou de cerca de 330 mil estudantes para mais de um milhão e meio – um crescimento de 378,9%.

Já o índice de ingressantes em graduações presenciais foi ampliado em escala bem menor: 17,8%. Os dados são do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) e foram divulgados em outubro de 2020. Todas essas mudanças é fruto da grande concorrência setorial. Ou seja, o EaD tem alcançado a qualidade técnica.

Sistema.

As ferramentas de EaD são usadas por muitas empresas para treinar e aprimorar os conhecimentos de seus funcionários de forma eficiente e menos custosa. No dia a dia da empresa, o diploma dos funcionários dessa modalidade também tende a ser bem aceito pelo RH (recursos humanos).

Segundo o coordenador dos cursos de MBA da Conexão FGV Guarulhos,  Ricardo Teixeira, o mercado percebe e valoriza no aluno formado a distância habilidades e competências diferentes daquelas que são desenvolvidas pelo estudante formado no sistema tradicional, como autonomia, domínio da tecnologia, auto-empreendedorismo e comunicação.

“A volta do normal-normal está próxima, e com ela a busca de profissionais que demonstraram iniciativa durante o período de pandemia. Por isso se manter atualizado é fundamental e a melhor forma de garantir isso com comodidade e segurança neste momento de pandemia é estudando virtualmente”, disse Teixeira.

Flexibilidade e preço.

O crescimento do ensino à distância se deve principalmente pela sua flexibilidade e pelo o fato do investimento financeiro ser menor. Portanto, o aluno pode estudar onde e quando quiser, pagando uma mensalidade mais acessível.

Outro ponto crucial é poder estudar em qualquer faculdade do país sem precisar viajar. Por exemplo, uma pessoa que mora no Mato Grosso do Sul pode conquistar um diploma na Conexão FGV Guarulhos – instituição de referência educacional.

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