Pandemia pode aumentar diferença salarial entre homens e mulheres

Pandemia pode aumentar diferença salarial entre homens e mulheres

As diferenças salariais entre homens e mulheres já eram bem evidentes antes da pandemia de coronavírus, mas havia um movimento em busca da igualdade. No entanto, com a crise imposta pelo isolamento social, muitos especialistas acreditam que haverá um retrocesso nessa questão. 

Isso porque grande parte das mulheres acabaram tendo que se dedicar mais tempo nas atividades domésticas para cuidarem dos filhos pequenos. E muitas tiveram que abrir mão do emprego. 

Efeitos da crise nos rendimentos das mulheres  

De acordo com a Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE), que representa principalmente países europeus, a diferença salarial entre homens e mulheres era de 18% em 2000 e caiu para cerca de 13% em 2017. 

Agora, com as consequências da crise da covid-19, como redução da jornada e salários, além da perda de milhões de postos de trabalho, existe uma tendência que certamente afetará a diversidade dentro das empresas. Assim, mulheres e negros devem sofrer mais nos quesitos recolocação profissional e também salarial. 

Com isso, há um forte risco das diferenças salariais entre homens e mulheres aumentar, fazendo com que a tão sonhada igualdade demore bem mais tempo para acontecer. Já há projeções de que os ganhos equiparáveis só acontecerão dentro de 70 anos, principalmente em setores da economia com os menores faturamentos.  

Ao redor do mundo, as mulheres ganham um quinto a menos do que os homens, dado referente as mesmas funções e qualificações. Trata-se de uma consequência de inúmeros fatores, como maternidade, emprego em setores mal remunerados, além do preconceito.   

Nesse momento de crise, muitas mulheres estão sem apoio dentro do lar e podem sofrer reflexos bem negativos no pós pandemia. 

Aprenda como se destacar no mercado 

Diante desse cenário, a melhor forma da mulher se destacar no mercado de trabalho é por meio da qualificação. Por isso, cursos sintonizados com a realidade da economia são fundamentais para você manter bons empregos. 

Entre eles, podemos citar o MBA. Aliás, é exatamente a maior escolaridade das mulheres que contribuiu para a diminuição da redução salarial em comparação aos homens no Brasil. Mas a diferença ainda é gritante. Elas ganham pelo menos 20% a menos do que eles.  

No entanto, os salários das mulheres eram 30% menores em 2004 e o avanço aconteceu graças aos esforços delas e não somente em razão de políticas públicas. E a busca pela educação é um dos principais motivos dessa conquista. 

Portanto, não deixe o seu futuro ser afetado por essa crise e aproveite para se inscrever em um dos nossos cursos!   

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