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Voz, Violão e Gadel

O Conexão Cultural falou com o músico Gadel, e descobrimos quais serão seus próximos passos.

04.fev.2026 às 12h48

Fernanda Carvalho

Voz, Violão e Gadel

Foto: Divulgação

C.G: Como iniciou sua carreira?


G: Ganhei meu primeiro violão aos 9 anos de idade, ali eu comecei a brincar e estudar com as antigas revistinhas, Iniciei minha carreira profissional aos 14 anos de idade, fiz meu primeiro show no clube do Parque Cecap (Guarulhos) tocando guitarra em um evento chamado Melody com a minha primeira banda (Over Sixteen). Nos anos seguintes fiz parte das bandas Menestréis à Caterva e Solar, que considero como minhas maiores escolas na música. Vivi momentos incríveis com todos ali, tocamos no Rio de Janeiro, interior de SP, Guarulhos e São Paulo. Aos 19 anos decidi ampliar minhas composições e seguir como artista solo que sou hoje.

C.G: Você sempre viu a música como uma possibilidade de carreira?


G: Devido às condições financeiras e estruturais, via como um sonho. Para um artista independente, imaginar uma carreira consolidada é desafiador, ainda mais quando jovem em que poucos acreditavam e não proporcionam oportunidades. Hoje, mais maduro, vejo de uma forma racional. Existem meios de se consolidar, o mercado ampliou muito com a tecnologia e acredito que a minha música tem espaço pelo seu potencial.

Voz, Violão e Gadel

Foto: Divulgação

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C.G: Qual dos seus trabalhos você mais gosta e porque?


G: Quase sempre o trabalho que mais gosto é o que está sendo feito no momento. Estou trabalhando em um projeto que se chama 2 Lagoas, junto ao artista Gabriel Peri. Está sendo um processo incrível em que saíram canções potentes e profundas. Me sinto feliz e completo, acredito que isso diz muita coisa. Pude aprender muito passando um tempo com o Peri, sempre muito generoso durante todo o processo.

C.G: Quais são suas inspirações brasileiras?


G: Admiro e me identifico com Gilberto Gil, Caetano Veloso, Djavan, Luedji Luna, Gabriel Peri, Rafa Alface, Jota.Pe, Bruna Black, Léo Middea, Thomé, Batata Boy, Bruno Berle, Nina Oliveira, entre outros.

C.G: O que podemos esperar de Gadel em 2026?


G: Para este ano, acredito em um Gadel ainda mais maduro, confiante e aberto às possibilidades. Vêm muitos lançamentos nos streamings, acompanhados do desejo de circular cada vez mais com shows ao vivo, fortalecendo a conexão com o público e com a estrada.

Você gostou de conhecer mais o Gadel e quer acompanhar sua carreira, siga ele nas redes sociais: @gadel_______

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